Sentimentos

Como a vida nos ensina os sentimentos

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

CORINTIOS 13

Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos,
se não tiver amor,
sou como um bronze que soa ou um címbalo que retine.

Ainda que eu tenha o dom da profecia
e conheça todos os mistérios e toda a ciência,
ainda que eu tenha tão grande fé que transporte montanhas,
se não tiver amor, nada sou.

Ainda que eu reparta todos os meus bens
e entregue o meu corpo para ser queimado,
se não tiver amor,
de nada me aproveita.

O amor é paciente,
o amor é prestável,
não é invejoso,
não é arrogante nem orgulhoso,
nada faz de inconveniente,
não procura o seu próprio interesse,
não se irrita nem guarda ressentimento.
Não se alegra com a injustiça,
mas rejubila com a verdade.

Tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
O amor jamais passará.
As profecias terão o seu fim,
o dom das línguas cessará,
e a ciência será inútil.

Pois o nosso conhecimento é imperfeito,
e imperfeita é também a nossa profecia.

Mas, quando vier o que é perfeito, o que é imperfeito desaparecerá.
Quando eu era criança,
falava como criança, pensava como criança,
raciocinava como criança.

Mas, quando me tornei homem,
deixei o que era próprio de criança.
Agora, vemos como num espelho, de maneira confusa;
depois, veremos face a face.

Agora, conheço de modo imperfeito;
depois, conhecerei como sou conhecido.

Agora permanecem estas três coisas:
a fé, a esperança, o amor;
mas a maior de todas é o amor.

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